LIXIVIAÇÃO DE ÍONS EM ARGISSOLO AMARELO TRATADO COM BIOCARVÃO DE CASCA DE COCO SECO E CULTIVADO COM GIRASOL (Helianthus annus L.) - DOI: 10.7127/rbai.v11n700662

Idamar Silva Lima, Maria Isidória Silva Gonzaga, André Quintão Almeida, Wendel de Melo Massaranduba

Resumo


O biocarvão de casca de coco seco tem grande potencial para ser usado como insumo agrícola, porém seu efeito depende do tipo de solo e da dose aplicada. O presente trabalho avaliou o efeito de diferentes doses de biocarvão de casca de coco seco no desenvolvimento e produção de biomassa do girassol (Helianthus annus L.) e na concentração de íons nutrientes na solução do solo, em diferentes profundidades de coleta. O experimento de casa de vegetação foi desenvolvido em delineamento de blocos casualizados, com 6 tratamentos (doses de biocarvão: 0; 2,5; 5; 10, 20 e 30 t ha-1) e 5 repetições. Plantas de girasol foram cultivadas por 4 semanas e avaliadas para altura e massa seca. Extratores de solução do solo foram instalados a 20 cm e a 40 cm de profundidade no solo, e as coletas foram realizadas aos 6, 13 e 20 dias após a semeadura para avaliação do pH, CE e concentrações de P, K, NH4 e NO3. As plantas cresceram mais nas doses mais altas de biocarvão, porém sem reflexo na massa seca. A presença de biocarvão não influenciou a concentração de NO3 da solução do solo, mas aumentou a de NH4, na maior dose e aos 20 dias de avaliação. O biocarvão aumentou a concentração de P e K, a 20 cm de profundidade. O maior efeito foi observado na concentração de K e na CE, aumentando em profundidade e com o aumento da dose de biocarvão, em todas as épocas de avaliação.


Palavras-chave


carbono pirogênico, solução do solo, disponibilidade de nutrientes.

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Revista Brasileira de Agricultura Irrigada - RBAI

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